quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

VEREADOR GELSON PARTICIPA DE SEMINÁRIO DE SAÚDE PÚBLICA




Como anda a saúde pública da Região Metropolitana e de Fortaleza? Essa pergunta fomentou um dia de debates e palestras na sede da Fiec, Federação das Indústrias do Estado. O Seminário de Saúde Pública da Região Metropolitana foi proposto pelos chamados “partidos emergentes” do Ceará: PHS, PSL, PMN, PSC, PRP, PRTB, PTdoB, PTN e PRB. Líderes destas legendas compareceram ao evento para conhecer, avaliar, contribuir e cobrar de mais perto ações para a melhoria do atendimento médico, principalmente nas comunidades mais carentes.

A abertura do encontro foi feita pelo secretário executivo da saúde do Estado, o médico Arruda Bastos. Com o tema “Raio X da saúde pública no Ceará”, o secretário falou dos investimentos feitos nos últimos anos na aquisição de equipamentos, contratação de novos profissionais além da construção de centros para o atendimento da população, como por exemplo, o hospital estadual que está sendo erguido em Juazeiro do Norte, além de poli-clínicas em vários municípios. Seguindo nos debates, falou também o secretário de saúde de Fortaleza, Alexandre Mont’Alverne, explanando sobre as mudanças da saúde na Capital.

Atento e representando seu partido, o vereador da Câmara Municipal de Fortaleza, Gelson Ferraz, presidente do diretório municipal do PRB, por diversas vezes apresentou no encontro questões que afligem muitos cearenses, como, por exemplo, a falta de uma política voltada para o tratamento de dependentes químicos. Segundo o parlamentar, é importante que o Partido Republicano Brasileiro, que já tem diversos trabalhos com populações carentes, participe de um seminário como este para cobrar diretamente das autoridades de saúde o que está sendo feito para minimizar problemas enfrentados pelos mais pobres. “Nós, vereadores estamos sempre perto das comunidades e sabemos das necessidades. E o atendimento para jovens dependentes de drogas, como o ‘crack’, como fica? Nós conhecemos vários casos de famílias que não sabem o que fazer com o filho drogado. Outra defesa nossa é sobre o uso da publicidade dos governos. Nós vemos tanta publicidade bem produzida, por que não fazer o mesmo para alertar jovens e adultos dos perigos que as drogas trazem principalmente o “crack”, que é comprado com facilidade e destrói rapidamente a vida da pessoa”, conclui o político.